Ontem a noite fomos assistir um show de flamengo. Aqui em Sevilha há muitas ofertas de shows, com jantar, sem jantar etc. Após pesquisar vários escolhi o Teatro Flamengo com o show “Passion”. Apenas uma hora de show com dança e música flamenga. Não sei se esse era o melhor ou o pior, mas achamos o show muito pobre.
Durante aquela uma hora houve apresentação de músicas e danças, com um violeiro, duas dançarinas, uma cantora e um dançarino e mais uns 2 coadjuvantes. Não há nenhuma fala explicando sobre o flamengo suas origens, seu significado etc.
A dança é bonita, mas a música é apenas um lamento, praticamente sem letra. Durante o tour do ônibus foi falado que o flamengo se originou nos bairros mais pobres, a partir dos judeus e ciganos, e provavelmente dos mouros pois o canto lembra os lamentos árabes.
E hoje seguimos para o último dia de turismo da nossa viagem. Amanhã começamos o caminho de volta, nos separando das nossas companheiras que vão cada uma para um destino diferente.
Seguimos caminhando pelas ruas dessa bela cidade vendo alguns monumentos, igrejas, atrações etc., calmamente, fotografando, como se quiséssemos guardar os momentos vividos em toda essa viagem. Realmente Sevilha é a cereja do bolo da Andaluzia.
ANTES DO ALMOÇO
Fomos caminhando e passamos pela:
Praça do Salvador
Igreja de São Pedro
Palácio de Las Dueñas – um palácio em estilo gótico-renascentista do sec. XV-XVI, que pertenceu ao Duque de Alba.
Convento dos Templários Descalços
Igreja de S. Isidoro
Casa de Pilatos – um palácio dos sec. XV e XVI, protótipo da arquitetura sevilhana na tradição gótico-mudejar, que pertenceu ao Duque de Alcalá.
Cruzamos novamente pela bela Av. da Constituição com seus lindo edifícios decorados em estilo renascentista e barroco espanhol. Entramos em uma galeria de lojas e outro mercado de artesanato e chegamos até a Plaza de Toros.
A Plaza de Toros de Sevilha ainda funciona para as touradas que já foram abolidas em alguns lugares da espanha e tem em seu prédio várias entidades relacionadas ao ofício dos toureiros.
Por fim chegamos às margens do Rio Guadalquivir onde caminhamos até a Torre do Ouro, uma construção do sec. XIII erguida pelo califado com função de vigilância de possíveis invasões.
A seguir fomos almoçar. Escolhemos um lindo restaurante italiano – La Casa del Tesoreiro – onde almoçamos muito bem.
Após o almoço saímos caminhando de retorno ao hotel e procurando uma “heladeria” para tomarmos um sorvete.
APÓS O ALMOÇO
Agora é só arrumar as malas e amanhã começar a jornada de volta – trem até Madri e à noite pegar nosso voo de volta.
À noite devemos ir nos despedir das “tapas” em algum bar aqui por perto.
Adiós Sevilla!!!
Adiós España!!!













































