sábado, 16 de novembro de 2024

17º e 18º Dias – 15 e 16 NOV – Faro


O dia de ontem (15/11) foi um dia turisticamente inútil. Choveu o dia todo, chuva forte e com muito vento. Aliás, choveu desde a madrugada. Os boletins meteorológicos anunciavam muita chuva com risco de alagamento na região do Algarve, mais precisamente em Faro e Olhão bem aqui do nosso lado.

O nosso programa de ontem seria a Trilha dos sete vales, parte dela entre a praia da Marinha e Benagil. Mas foi novamente cancelado por motivos óbvios. A segunda opção era conhecer Faro, exatamente a região que foi mais afetada pela chuva.

Então, nosso plano C foi ficar pelo hotel – ir à piscina e/ou sauna, que acabamos desistindo, mas trocamos por um passeio ao Shopping Algarve – batemos perna nas lojas, fizemos comprinhas etc. E depois descobrimos um restaurante de comida brasileira – Grill Brasil – e fomos lá matar a saudade da nossa comida – uma boa picanha com farofa, aipim e arroz!!!

À noite ficamos no bar do hotel assistindo música ao vivo e nos divertindo com as resenhas do dia. Depois soubemos que em Olhão, cidade vizinha a Faro, a chuva havia sido muito intensa com fortes alagamentos.

Hoje o sol voltou bem tímido, com muitas nuvens no céu e uma forte ventania. Mas permitiu que fizéssemos nossos passeios. Cancelamos de vez a trilha pela borda do penhasco pois achamos que com a ventania não seria seguro. E fomos conhecer Faro.

Faro é a capital da região do Algarve e tem cerca de 65.000 habitantes. É uma cidade plana, à beira-mar e é conhecida pela Ria Formosa, uma série de canais, bancos de areia, ilhas e sapais que se estende ao longo de 60 km no litoral do Algarve.





Caminhamos pela cidade, que não nos pareceu bem cuidada – muitos prédios pichados, com as paredes descascando, muitos outros em obras.

Há uma parte da cidade cercada por uma muralha da época dos mouros, com algumas portas, cuja principal, o Arco da Vila, também está sendo restaurado.




Passamos pela Catedral que fica numa praça, tendo ao lado a Câmara Municipal e o Palácio Episcopal.





Mais adiante a Rua do Município, com exemplos da arquitetura portuguesa.





Fomos até a marina, em frente a uma praça com um coreto e um obelisco onde havia uma feirinha e um encontro de carros antigos.






Seguimos por uma rua de comércio com muitas lojas de artesanato, e muitos prédios com varandas de ferro. O chão típico em pedra portuguesa.






Chegamos até a Praça D. Afonso III, o libertador do Algarve, onde há algumas galerias e restaurantes.




Por toda a cidade (aliás em várias cidades de Portugal e da Espanha) vimos muitos patinetes elétricos para alugar e vimos muita gente usando-os como meio de locomoção, bem mais do que bicicletas.



Por fim, paramos no Rest. Castelo e almoçamos olhando a vista da Ria Formosa.




Ao final da visita retornamos ao hotel para arrumar malas etc.


Amanhã seguimos para Sevilha, o ponto final da nossa viagem.


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